sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Sem querer
Quanto daquilo que nós vivemos é fruto de um querer? Reformulando a questão: somos sujeitos ou objetos no jogo da vida? Nosso viver é um improviso ou a representação de um papel? Quem é o verdadeiro autor desse complexo script que dirige as nossas vidas? Quem escreve a nossa história?
Encontros casuais ou acidentes planejados, quem dirige esse nosso movimento aleatório pelas ruas do mundo? O quanto daquilo que é representa o mero acaso? Perguntas que permanecem sem respostas.
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